quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

29 – Não conformidade, procedimentos operacionais e instruções técnicas:



A empresa desenvolve procedimentos operacionais visando atender as necessidades dos seus clientes internos e externos.  Toda vez que o funcionário atua de modo diferente do procedimento ou das instruções técnicas, é uma não conformidade.  Os procedimentos operacionais são a forma como a política da empresa, que é voltada para a qualidade para o cliente, chega no funcionário.  Seguindo os procedimentos ele se integra à política da empresa.  Logo, toda reclamação de cliente é não conformidade.  E não conformidade é igual a problema. 

O funcionário deve executar o procedimento de acordo com o planejado.  Quando ele cumpre o procedimento operacional está realizando o gerenciamento de sua rotina de trabalho.  Gerenciar seu próprio trabalho é isso.  Preocupar-se em assegurar a qualidade do trabalho, evitando variações na forma de executar os procedimentos.   Ao gerenciar o seu trabalho o funcionário assume a responsabilidade pelo cumprimento das ações corretivas e preventivas de não conformidades.  Ou seja, sempre que surgir uma não conformidade o funcionário deve atuar corretivamente sobre ela e preventivamente para evitar que ocorra novamente.  Não conformidades devem ser registradas.  A sua ocorrência leva ao preenchimento do relatório de não conformidades.  Qualquer funcionário que identifique uma não conformidade dentro da empresa deve fazer este registro.  Em fim, não conformidade é tudo o que estiver fora dos procedimentos e das instruções técnicas. 

domingo, 15 de dezembro de 2013

28 – O que é problema:



Problema é o resultado indesejável  de um trabalho.  Quando há uma barreira de qualquer natureza para atingirmos o objetivo, ou seja, o que foi planejado.  No controle ou auto controle os problemas são localizados na faze de checagem.  Ai é que se verifica a diferença entre o planejado e o executado.  Quando os objetivos e metas estão sendo alcançados com naturalidade, a gerencia fixa metas mais ousadas. O que vai gerar novos problemas que desafiarão a equipe.  Assim, sempre haverão problemas a serem atacados, o que irá desenvolver a criatividade das pessoas e melhorar a empresa. 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

27 – Grupo e não agrupamento:



Você sabe qual é a diferença entre grupo e agrupamento?  No agrupamento cada um está preocupado consigo próprio, ou com a mente em outro lugar e não no objetivo da reunião.  Pessoas dispersas matam a reunião tornando-a pouco ou nada produtiva.  Depois, todos saem da reunião com o sentimento de perda do tempo.  No grupo todos estão com a mente voltada para o objetivo da reunião.  Assim, utilizam melhor a sua criatividade, o tempo é bem aproveitado e o resultado é efetivo.  No grupo o interesse coletivo prevalece mais que o interesse individual.  Cada um contribui com o que pode e todos ampliam seus conhecimentos.  Você dá uma idéia e recebe várias outras do grupo.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

São Paulo elege mais de mil conselheiros nas subprefeituras


Eleições para o Conselho Participativo aconteceram em regiões das 32 subprefeituras da cidade. Serão escolhidos 1.125 conselheiros da sociedade civil para o órgão, que irá avaliar e propor políticas públicas para cada distrito da cidade. Veja a lista parcial de votação
* Atualizada às 11h35
A população de São Paulo escolheu no domingo (8) representantes das 32 subprefeituras para o Conselho Participativo Municipal, órgão que irá avaliar e propor políticas públicas para cada distrito da cidade. A eleição teve início às 9h e estendeu-se até as 17h em Centros Educacionais Unificados (CEUs) e escolas da rede municipal. Até o momento, 99,02% das urnas foram apuradas.

Dos 2,8 mil candidatos inscritos, 1.125 serão escolhidos como conselheiros. Na média, será eleito um representante para cada 10 mil habitantes da cidade, divididos proporcionalmente em cada região.

Democracia
O inspetor escolar Luiz Carlos dos Santos, de 48 anos, foi um dos paulistanos que saiu de sua casa neste domingo para votar na EMEF Theo Dutra, na Zona Norte da cidade. Morador da Brasilândia há mais de 45 anos, Santos afirma que o seu envolvimento com educação foi o que o levou a buscar candidatos que defendessem a causa. "Os conselheiros eleitos serão extremamente importantes para a comunidade, pois são os que conhecem, de fato, as nossas carências", disse.

"Trata-se de uma voz a mais. Uma voz que está mais perto do povo. Serão representantes que estarão intermediando e levando os problemas que enfrentamos no nosso dia a dia diretamente à Prefeitura", completou Elza de Souza, de 38 anos, que foi à escola votar junto a sua filha e seu marido.

"Os conselheiros terão uma voz importante. Se muitos deles já brigam pelas necessidades da comunidade sem estarem, de fato, ligados a um órgão da Prefeitura, imagine só o que não farão depois de eleitos", afirmou a eleitora Rosimeri de Almeida, de 48. Profissional autônoma e envolvida com iniciativas de voluntariado na região, Rosimeri tem a esperança de que o bairro melhore com a atuação do Conselho e reitera o seu papel de cidadã. "Se nós não lutarmos por nossas demandas, ninguém fará isso por nós. Precisamos nos envolver também. Temos um papel muito importante enquanto eleitores", afirmou.

Para a eleitora Ketelin Benedito, de 22 anos, tão importante quanto a oportunidade de ser ouvida, é também a forma como a administração pública tem encarado as necessidades do município. "A criação de um Conselho Participativo nos mostra que o governo está nos levando a sério, querendo ouvir, de fato, o que a população quer e precisa."

Figura atuante no bairro, o pastor João Batista Lima, de 62, resolveu se candidatar a conselheiro com a esperança de ajudar ainda mais a comunidade na qual vive há mais de 50 anos. Na sua opinião, o hospital na região, promessa do prefeito Fernando Haddad, deve ser encarado como prioridade número zero dos conselheiros da região. "Precisamos agir de modo que consigamos agilizar a construção do Hospital da Brasilândia", afirmou. O equipamento deve ser licitado ainda no primeiro semestre de 2014, segundo o prefeito.

Descentralização

O Conselho Participativo Municipal é formado exclusivamente por representantes da sociedade civil eleitos pelos moradores de cada distrito da cidade de São Paulo. O número de conselheiros varia de acordo com a distribuição da população das subprefeituras e seus distritos. Cada conselho local terá, no mínimo, 19 representantes e, no máximo, 51 representantes.

O tempo de mandato será de 2 anos a partir do primeiro dia útil após a cerimônia de posse, que está prevista para o dia 25 de janeiro do próximo ano. Os conselheiros serão responsáveis por exercer o controle social e serão consultados no planejamento e fiscalização das ações e gastos públicos nas regiões, oferecendo sugestões de ações e políticas públicas nos territórios. Por se tratar de um colegiado independente, os eleitos terão autonomia para acessar informações públicas, sugerir medidas e contestar atos do poder público nas regiões para as quais forem escolhidos pela população local.

domingo, 8 de dezembro de 2013

26 – O caminho para um bom método:



O método para ser eficiente deve ser composto por ações claras e objetivas, fortes o bastante para alcançar a meta no prazo determinado.  Mas como saber se uma ação é objetiva e clara ou confusa e sem objetividade?